Por Carlos Vieira
Eis que um jornalista resolveu premiar os candidatos à Presidência da República em 2018. Escolheu um nobre lugar em Belo Horizonte, preparou a noite de gala, chamou a imprensa e deixou tudo no jeito.
Tudo pronto! Sempre na frente, Bolsonaro foi o primeiro a chegar. Sua presença era certeira como bala. Haddad tentou alcançar Bolsonaro, mas chegou bem atrás. Ciro foi o terceiro. Quase se atrasou correndo daqueles que ele não conseguiu tirar o nome do SPC. Amoêdo chegou de carro novo. Cabo Daciolo desceu do monte. Ao chegar, deu “glória a Deus” e logo entrou. Marina Silva dormiu na rede, perdeu a hora e ficou bem lá atrás. Alguém gritou: Chama o Meirelles! E ele chegou. Boulos estava ocupado com uma ocupação. Álvaro Dias fez plástica, ficou a cara do Fábio Júnior e foi também. Alckmin soube que teria merenda e foi também.
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Álvaro Dias, podemos começar?
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Podemos! Respondeu.
Convidada
ilustre, Dilma foi a grande apresentadora. E logo começou:
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Eu vim a esse evento. Quase que eu não podia, mas eu podia, mesmo quase não
podendo porque tinha uma figura oculta que é um cachorro atrás e eu me
engasguei comigo mesma.
Deram
à Dilma o prêmio de destaque. Isso porque ela contava que chegaria pelo menos
em segundo na corrida ao Senado, mas dobrou a meta e chegou em quarto. Depois,
sugeriram que Lula falasse algo, mas ele não foi ao evento. Disseram ainda que
ele é tímido e ia se sentir meio preso.
Por
fim, ninguém ganhou nada porque quem ganhar ou perder, não vai ganhar nem
perder. Vi todo mundo perder.
De
repente, um susto. Haddad desmaiou após nova pesquisa eleitoral. Acho que “deu PT”.
Nossa... outra vez. Melhor já ir se acostumando.
E-mail: redecv1@yahoo.com.br

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